Bem-Vindo ao Site do ao Instituto de Análise Bioenergética de São Paulo
  Quem Somos
  Programas de Formação
    Formação
  Clinica
    Facilitador
  de Grupos
  Clínica Social
  Biblioteca
  Grupos de
Movimento
  Galeria de
Fotos
  Contato
  Links
  Localização
  Home


Lista de
Terapeutas/Analistas Bioenergéticos IABSP
  Segunda a Sexta Feira  
10:00 às 12:00  
14:00 às 18:00  
20:00 às 21:00
Tributo ao Dr. Alexander Lowen - Abril– 2009

Autora: Liane Zink

A Bioenergética chega ao Brasil num momento muito especial, pós ditadura nos "anos 80" . Antes éramos reichianos, tentando lutar contra a força da psicanálise, “éramos out siders”, nosso movimento era muito grande, mas desorganizado, não tínhamos muitos livros nem modelos “éramos selvagens”. A Bioenergética nos organizou transformou nosso rumo. Nosso destino ficou promissor era possível neste momento ter esperança de respeito, esperança do corpo conectado com a cabeça.

Dr. Lowen veio à primeira vez ao Brasil em 1989, já havia em São Paulo um instituto organizado, após sua vinda outros vários Institutos se organizaram no norte e no sul do país, cresceram e se desenvolveram na cultura peculiar a cada estado de um país tão grande.

A chegada da Virginia nos 90 nos organizou como Federação, juntos conseguimos expandir e fortalecer a Bioenergética. Buscávamos um modelo internacional de homem bem sucedido e saudável, afinal era uma escola norte americana chegando ao Brasil.

A linguagem corporal do brasileiro que é muito expressiva foi se centrando, tínhamos facilidades e despojamento na excussão dos exercícios, tínhamos também liberdade de tocar e ser tocado, pois o toque na nossa cultura, na nossa sociedade nunca foi abusivo.

O que causou um choque era a questão do stress e da dor que os exercícios de bioenergética traziam consigo como objetivo de promover entrega ex. Gritos, raiva, toques fortes nos levava a acting out.

Num país de busca de prazer na dança e no esporte, a dor deveria ficar distante. Fomos muito criticados por isso. Tínhamos um grupo que fazia bioenergética “grounding” na praia de Ipanema, não causava espanto nenhum. Somos uma cultura antropofágica e temos o costume de absorvermos todos os ensinamentos e transformá-los de acordo com a aceitação de nossa cultura.

Havia uma desorganização no inicio, e hoje cada vez mais reorganizado vamos criando novos territórios nas organizações, educação e na comunidade.

No XVII congresso internacional realizado na Bahia, muitos alunos queriam ver a “cara” dos estrangeiros e foram para se sentirem pertencentes ao universo internacional, o que era importante para um país de terceiro mundo. Hoje já pertencemos cada vez mais, dizem que já somos 2ª mundo.

A ida ao XX congresso internacional em Búzios neste momento já é uma busca de trocas. No Brasil atualmente a bioenergética já é familiar e não causa mais estranheza. "Crescemos".

 

Rua Aspicuelta, 592 - São Paulo - SP - Tel/fax: (0xx11) 3032.3445 - 3815.4855
www.bioenergetica.com.br - e-mail: iabsp@bioenergetica.com.br
Tributo ao Dr. Alexander Lowen - Abril– 2009

Autora: Liane Zink



A Bioenergética chega ao Brasil num momento muito especial, pós ditadura nos “anos 80” . Antes éramos reichianos, tentando lutar contra a força da psicanálise, “éramos out siders”, nosso movimento era muito grande, mas desorganizado, não tínhamos muitos livros nem modelos “éramos selvagens”. A Bioenergética nos organizou transformou nosso rumo. Nosso destino ficou promissor era possível neste momento ter esperança de respeito, esperança do corpo conectado com a cabeça.

Dr. Lowen veio à primeira vez ao Brasil em 1989, já havia em São Paulo um instituto organizado, após sua vinda outros vários Institutos se organizaram no norte e no sul do país, cresceram e se desenvolveram na cultura peculiar a cada estado de um país tão grande.

A chegada da Virginia nos 90 nos organizou como Federação, juntos conseguimos expandir e fortalecer a Bioenergética. Buscávamos um modelo internacional de homem bem sucedido e saudável, afinal era uma escola norte americana chegando ao Brasil.

A linguagem corporal do brasileiro que é muito expressiva foi se centrando, tínhamos facilidades e despojamento na excussão dos exercícios, tínhamos também liberdade de tocar e ser tocado, pois o toque na nossa cultura, na nossa sociedade nunca foi abusivo.

O que causou um choque era a questão do stress e da dor que os exercícios de bioenergética traziam consigo como objetivo de promover entrega ex. Gritos, raiva, toques fortes nos levava a acting out.

Num país de busca de prazer na dança e no esporte, a dor deveria ficar distante. Fomos muito criticados por isso. Tínhamos um grupo que fazia bioenergética “grounding” na praia de Ipanema, não causava espanto nenhum. Somos uma cultura antropofágica e temos o costume de absorvermos todos os ensinamentos e transformá-los de acordo com a aceitação de nossa cultura.

Havia uma desorganização no inicio, e hoje cada vez mais reorganizado vamos criando novos territórios nas organizações, educação e na comunidade.

No XVII congresso internacional realizado na Bahia, muitos alunos queriam ver a “cara” dos estrangeiros e foram para se sentirem pertencentes ao universo internacional, o que era importante para um país de terceiro mundo. Hoje já pertencemos cada vez mais, dizem que já somos 2ª mundo.

A ida ao XX congresso internacional em Búzios neste momento já é uma busca de trocas. No Brasil atualmente a bioenergética já é familiar e não causa mais estranheza. "Crescemos".